Desde a primeira vez que a vi fiquei encantado com sua singularidade. Já dei aula para meninas, mulheres e senhoras, até adquiri certa preferência por algumas. Mas aquela menina não poderia compreender a atração que exercia sobre minha libido com suas maneiras angelicais e alheamento dos meus olhares constantes. Sua pele extremamente clara contrastava com seus cabelos negros e ondulados abaixo dos ombros, seu corpo exibia proporções perfeitas com seios médios e silhueta delgada, vestia-se muito bem, mas adorava vê-la com o uniforme que poluía meus pensamentos dentro de sala.
Esperava aflitamente a chegada da aula na turma onde estudava Mayara, ansioso por passar cinquenta minutos admirando sua beleza, embriagando-me com seu perfume amadeirado e dirigindo palavras carinhosas à aluna que não correspondia minha fixação. Certa vez a turma percebeu meu comportamento, pois observava Mayara avidamente, desejando embrenhar meus dedos nos cabelos brilhantes enquanto a tomava com violência, infelizmente eram somente fantasias.
Esperava aflitamente a chegada da aula na turma onde estudava Mayara, ansioso por passar cinquenta minutos admirando sua beleza, embriagando-me com seu perfume amadeirado e dirigindo palavras carinhosas à aluna que não correspondia minha fixação. Certa vez a turma percebeu meu comportamento, pois observava Mayara avidamente, desejando embrenhar meus dedos nos cabelos brilhantes enquanto a tomava com violência, infelizmente eram somente fantasias.
Conforme passava o tempo a paixão platônica crescia, levei a menina em meus pensamentos para fora da escola, tendo-a em casa, nos bares que frequentava, nas mulheres com as quais fazia sexo e em cada devaneio acerca dos olhos castanhos me olhando com acertada suspeita. No ápice da relação desigual não conseguia manter-me na presença da morena sem entregar minhas vontades, sendo extremamente inteligente ela perceberia e iria afastar-me de todas as possibilidades acerca do corpo irresistível e proibido.
Antes do início das férias, almoçando próximo à escola a vi entrar no restaurante onde estava, vendo que procurava solitariamente por um lugar :
- Olá Mayara, não sabia que costumava almoçar aqui.
- Geralmente como um lanche, hoje senti vontade de comer algo que realmente alimente. Professor, você parece perturbado, está tudo bem?
É claro que ela havia percebido o furor vermelho em meus olhos quando examinei a blusa rosinha que usava, acoplava-se a pele clara como se estivesse nua, em minha posse.
Antes do início das férias, almoçando próximo à escola a vi entrar no restaurante onde estava, vendo que procurava solitariamente por um lugar :
- Olá Mayara, não sabia que costumava almoçar aqui.
- Geralmente como um lanche, hoje senti vontade de comer algo que realmente alimente. Professor, você parece perturbado, está tudo bem?
É claro que ela havia percebido o furor vermelho em meus olhos quando examinei a blusa rosinha que usava, acoplava-se a pele clara como se estivesse nua, em minha posse.
Convidei-a a sentar-se comigo, não esperava sua cooperação, ela fez seu pedido enquanto conversávamos sobre música, cinema, teatro e enfim, relacionamentos. Seu discurso era como música para mim, admirava seus lábios pequenos movendo-se com graça, seus olhos expressivos piscando de modo elegante, suas mãos transpareciam a maciez e leveza de falta de obrigações e a postura ereta lhe dava óbvia altivez. Não resistindo, apoiei minha mão sob a mão clara e pequena deixada adequadamente ao lado do prato, Mayara olhou-me com surpresa, tentando decifrar a profundidade das emoções que rodeavam a atmosfera entre o professor e a aluna. Ela não moveu sua mão, apenas olhou fixamente para meus olhos e depois para meu rosto, avaliando-me. Devo reconhecer que sou agradável ao olhar, em meus trinta anos de idade conservo a aparência que conquistou muitas mulheres, mas o que eu sabia das preferências de Mayara, a menina intrigante e deslumbrante de dezoito anos recém completos?
Repentinamente ela sorriu, o sorriso de um anjo perverso e consciente de seu poder, dizendo-me:
- Gostei de conversar com você professor, mas agora tenho que ir, se esperar mais alguns minutos os ônibus ficam cheios.
- Bom, se não considerar abuso posso dar-lhe uma carona, estacionei meu carro à algumas quadras.
Propus a solução com indecente esperança, não poderia deixar que ela partisse, finalmente desvendava os segredos que ocupavam minha mente.
A desconfiança transpareceu em seu rosto, mas fez um aceno de cabeça dirigindo-se à saída, andando a seu lado podia sentir seu cheiro, sua pele, sua sensualidade latente. Na caminhada até o estacionamento tomei sua mão, ela aceitou o comportamento com naturalidade, apenas corando. A nova cor dominante em seu rosto causou uma descarga de desejo, era tão linda, sem controle das ações contive seus passos puxando-a para mim na calçada, finalmente meus dedos perderam-se nos cabelos espessos enquanto beijei-a ternamente, sentindo o calor que emanava do corpo de Mayara. Ela ofegou, entregando um olhar deliciado, apenas virou e continuou andando, desta vez puxando-me impaciente pela mão.
Entramos no carro, o cheiro da menina dominou o espaço fechado, ela rapidamente pediu meus lábios com o olhar, sedenta como eu. Depois do beijo voraz não tinha certeza se conseguiria dirigir antes de ter a menina, mas esforcei-me quando a ouvi dizer quase suplicando:
- Por favor, leve-me para onde quiser.
Dirigi até minha casa, habitada somente por mim, no caminho trocamos palavra alguma, somente nos admiramos, que criatura encantadora tinha a minha frente.
Chegamos em minha casa, quando a vi cruzar a porta de entrada delirei, havia fantasiado demoradas vezes sobre essa cena e agora a via. A menina ficou parada, tremendo. Começou a despir-se diante de mim, sem explicações e sem insistências. Seu corpo era ainda mais do que imaginei, seus seios claros, rosados, sua cintura fina conectava-se de forma majestosa aos quadris ainda vestidos. Vestindo somente sua calcinha branca andou até onde eu estava paralisado, sorrindo pedindo que eu também me despisse, fiz o que a perversa pediu imediatamente, ela me dominava sem o menor esforço. Avaliei a personalidade da menina durante as aulas, mas nenhuma averiguação oferecia a premissa do perfil depravado que estava enlouquecendo-me. Suas mãos ágeis me levaram até o sofá, paralisado, a menina sentou-me e ajoelhou-se a minha frente enquanto seu olhar fixo sustentava meu êxtase, guiou sua pequena boca até meu pênis, iniciando oralmente o prazer. Adentrava profundamente demonstrando perícia, não usava as mãos pois tocava-se, era inadequado uma menina tão nova proporcionar-me o maior prazer que já experimentara. Já mostrava sintomas de incoerência quando a menina levantou-se rapidamente num passo de graça, admirada com os danos causados por ela. Sorriu para mim e perguntou:
- Qual minha nota nesta prova oral professor?
Não respondi, a menina brincava com a abstinência que eu sentia de suas formas, a debrucei no sofá e afastei suas pernas, lambia seu clitóris com a urgência de um virgem ouvindo os gemidos sincopados. Sua entrada estava com tom arrebitado, transparecendo a lubrificação incessante, Mayara implorava pela concretização dizendo obscenidades:
- Professor possua-me por favor, eu sei que é seu desejo!
- Você fez-me sofrer por muito tempo em variados graus de desejo, merece sentir uma fisgada da devastação que causou em mim.
Senti o limiar da menina em minha língua, lambi estas formas fervorosamente ao escutar a chegada de seu orgasmo compensador e os soluços pelo sexo, encaixei-me atrás da escultura de prazer de modo a beijar seu pescoço enquanto masturbava-me na entrada que aguaradava minha vontade através de movimentos circulares da cintura esbelta, banhando-a em meu limite.
Deitei-a no chão da sala, completamente suada e desfigurada de aflição, introduzi meu pênis nos lábios macios e ela respondeu este pedido oferecendo-me o interior, lambendo-me como uma colegial lambe um pirulito em sua suspeita inocência. Visualizei os seios perfeitos, iluminados pelo sol que invadia a casa pelas janelas frontais, beijei-os e ela alongou seu externo, espichando-se, pedindo que eu passasse meu pênis ali também, ela gostava da sensação.
Inesperadamente Mayara andou com passos vacilantes até a mesa da cozinha, sentou-se nela com a vagina esperando a penetração, oferecia-se para mim em sacrifício dizendo:
- Professor, vai me castigar mais? Ambos merecemos a redenção, não acha?
Atravessei a sala tomando-a sem avisos, penetrei-a de uma vez violenta e deliciosamente. O único som eram nossos gemidos angustiados, os movimentos ritmados dos quadris unidos eram doentios, progressivos e regressivos alternadamente, ela pedia mais força, mais força e mais força.
Peguei-a no colo e a sentei encaixando-a enquanto perdia-me em seus seios rijos, ela rebolava como se estivesse preparando-se para um ritual pagão e anunciou seu orgasmo intensificando estes movimentos e gritando indiscriminadamente, ora meu nome, ora professor.
Ela cessou seu padrão doentio e ajoelhou-se, sorrindo para mim antes de projetar-se para frente ficando com mãos e joelhos apoiados no chão, sussurrando:
- Encha-me!
Recomecei os movimentos, mas desta vez não via seu rosto, somente machucava suas costas e nádegas inconscientemente, prevendo o orgasmo disse próximo ao lóbulo da menina:
- Vou dar-te o que queres.
Minha prova escorria pelas coxas claras de Mayara, caímos extasiados no chão, abraçados em estados gêmeos de espírito.
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